CRP 01/30999-Atendimento online · brasileiras na Áustria
Psicóloga brasileira na Áustria,
para quem se sente sozinha
Você não precisa esperar voltar pro Brasil pra cuidar de você.
-Resposta curta
Como funciona a terapia com psicóloga brasileira na Áustria?
Eu sou Fernanda Pessoa Ferro, psicóloga brasileira (CRP 01/30999), e atendo por videochamada brasileiras que moram na Áustria. A sessão dura 50 minutos, é em português e fica marcada no seu fuso, não no meu. O pagamento a gente combina no primeiro contato, direto comigo, antes de você marcar a primeira conversa.
Como é fazer terapia em português morando na Áustria? A sessão é por videochamada, num horário combinado com o seu fuso aí. São cinquenta minutos em português, com sigilo profissional. Você não precisa decifrar dialeto nem escolher palavra formal pra dizer que está mal. Fala do jeito que você pensa.
01-Na prática
O mesmo cuidado, atravessando o fuso.
- 01
Sessões por videochamada, com horário combinado pro seu fuso na Áustria
- 02
Sempre em português, sem traduzir o que você sente pra outro idioma
- 03
O mesmo sigilo profissional do atendimento presencial
- 04
Pagamento normal, mesmo morando na Áustria: a gente alinha os detalhes no primeiro contato
- 05
Um lugar sem formalidade, onde você chega do jeito que está no dia
-Quem vai te atender
Antes de decidir, me conheça.
Escolher uma psicóloga de longe é escolher no escuro. Aqui eu me apresento com as minhas palavras, pra você sentir se faz sentido antes de mandar mensagem.
Um recado meu, antes de você decidir.
Registro · Áustria
Essa terapia entra em algum registro no país onde você mora?
Não. O atendimento acontece pelo meu registro profissional brasileiro (CRP 01/30999), fora do sistema de saúde local. e-card / seguro social não entra nessa conversa: nada do que acontece em sessão passa por ali, nenhum seguro, médico de família ou serviço público do país é comunicado. O que você diz em sessão é protegido pelo sigilo profissional.
Um profissional de saúde mental local e uma psicóloga brasileira não competem entre si: são dois caminhos de cuidado diferentes. Nenhum substitui o valor do sistema de saúde do lugar onde você mora, e a escolha entre um e outro depende só do que faz mais sentido pra você agora.
Idioma da sessão
Profissional local
No idioma local, com você traduzindo o que sente
Psicóloga brasileira
No seu português, a emoção sai como ela é
Seu contexto
Profissional local
Você explica o Brasil, sua família, sua história
Psicóloga brasileira
Contexto compartilhado desde o primeiro minuto
Acesso
Profissional local
Depende de fila, seguro ou encaminhamento local
Psicóloga brasileira
Direto com a psicóloga, pelo WhatsApp
Registro
Profissional local
Pelo caminho do seguro ou do sistema público, o atendimento entra nos registros de saúde locais
Psicóloga brasileira
Fora do sistema local, com sigilo pelo registro brasileiro (CRP)
Se você mudar de país
Profissional local
Recomeça com outro profissional
Psicóloga brasileira
A terapia vai com você
02-Pra quem é
Talvez você se reconheça em alguma dessas.
A Áustria tem qualidade de vida e organização. Tem também pesos que não acham espaço pra existir em alemão.
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A formalidade austríaca no dia a dia: títulos, hierarquia, um jeito mais rígido de tratar as pessoas
- 02
O idioma alemão, ainda mais difícil de acompanhar com o dialeto austríaco no dia a dia
- 03
A distância social e a dificuldade de criar vínculos que passem do nível de conhecido
- 04
Uma comunidade brasileira pequena, sem a mesma rede que existe em outros países da Europa
- 05
A sensação de que tudo ali tem uma regra, e de estar sempre a um passo de fazer errado
- 06
Um relacionamento binacional ou casamento com um austríaco, com suas próprias tensões culturais
- 07
Maternidade sem a rede de apoio que você teria se estivesse no Brasil
03-De onde você estiver na Áustria
De Viena a Innsbruck, sempre em português.
Seja em Viena, Graz, Salzburgo, Innsbruck ou qualquer outra cidade austríaca, o atendimento é online e em português. Não importa o fuso: os horários ficam compatíveis com a sua rotina aí fora. A gente combina isso com calma no primeiro contato.
04-A abordagem
Escuta antes de qualquer fórmula.
Meu trabalho vem da Abordagem Centrada na Pessoa, de Carl Rogers. Ela se apoia na escuta empática e na congruência de quem escuta, e em aceitar a pessoa como ela chega, sem condição. Não uso fórmula pronta: o caminho a gente constrói junto, a partir da sua história e no seu ritmo, esteja você no Brasil ou na Áustria.
05-O que pesa calado
Anos aí e ainda a estrangeira.
Você fala alemão e conhece o bairro melhor que muita gente que nasceu ali. E ainda assim perguntam de onde você é, todas as vezes. A distância vem sempre educada, e é isso que faz você nem saber do que reclamar.
Isso vai virando um cansaço difícil de nomear. Na sessão dá pra olhar pra ele com calma, em português, sem ter que provar nada pra ninguém.
Essa página é focada na Áustria, mas o mesmo atendimento vale pra brasileiras em qualquer país. Conheça o atendimento pra quem mora fora do Brasil.
06-Dúvidas
Perguntas frequentes
Tenho vergonha de dizer que não me adaptei. Como começo?
- Começa por aí mesmo, com essa frase. Não se adaptar depois de anos não é fracasso seu, e dizer isso em voz alta pra alguém costuma tirar um peso grande do primeiro encontro.
Como fica o fuso horário entre Brasil e Áustria?
- A gente combina um horário que caiba na sua rotina logo no primeiro contato, compatível com o seu fuso na Áustria.
O atendimento é em português, mesmo estando na Áustria?
- Sim, sempre em português. Depois de um dia tentando entender o dialeto austríaco, ter um espaço pra falar na sua língua, sem esforço, também é parte do cuidado.
Como funciona o pagamento estando na Áustria?
- O pagamento é por Wise, em euro, direto daí. Você não precisa de conta em banco brasileiro. O resto conversamos no primeiro contato.
A Fernanda mora na Áustria?
- Não. Eu moro no Brasil e atendo por videochamada brasileiras que moram na Áustria. Você fala com quem conhece por dentro o país que você deixou.
E como isso funciona legalmente?
- O Conselho Federal de Psicologia autoriza psicólogas com CRP ativo a atender brasileiras que moram fora do país. O atendimento segue a legislação brasileira.
Perguntas de quem mora fora
- Essa terapia entra em algum registro no país onde eu moro?
- Não. O atendimento acontece pelo meu registro profissional brasileiro (CRP 01/30999), fora do sistema de saúde local: nenhum seguro, médico de família ou serviço público do seu país é comunicado. O que você diz em sessão é protegido pelo sigilo profissional.
- E se eu mudar de país no meio do processo?
- A terapia vai com você. Muda o fuso, ajusta o horário, e o processo continua comigo, sem recomeçar do zero a cada mudança.
- Por que não tem depoimentos de pacientes aqui no site?
- Porque o Código de Ética da Psicologia proíbe, e eu respeito isso à risca. O mesmo rigor que impede o depoimento é o que protege o seu sigilo. O que você encontra aqui é transparência sobre formação, abordagem e como o atendimento funciona.
- Como eu pago a sessão morando fora do Brasil?
- Pela Wise: você paga da sua moeda, sem precisar de conta no Brasil. Os detalhes a gente combina no primeiro contato, sem burocracia.
Se você estiver passando por um momento de crise ou pensamentos de se machucar, na Áustria ligue para a Telefonseelsorge: 142 - gratuito, 24 horas. Em risco imediato, ligue 112 (emergência).
O que costuma doer em quem mora fora
Luto migratório
Um luto sem morte: o país continua lá, longe de você.
Choque cultural
Quando o país novo cansa mais do que encanta.
Solidão morando fora
Não falta gente por perto. Falta gente que te conhece.
A culpa de quem foi embora
A mãe envelhecendo do outro lado da tela.
Nem tudo começou na mudança. Algumas coisas você trouxe na mala, e elas continuam aí:
Por perto, na Europa
Na Europa, mudar de país costuma ser a distância de um voo curto. Se você tem gente próxima em outro canto do continente, ou já pensou em recomeçar em outro, veja como é por lá.
Um passo antes
Se você ainda não sabe como explicar o que está sentindo.
Muita gente lê uma página dessas, se reconhece em cada linha e trava na hora de escrever a primeira mensagem, porque ainda não achou as palavras pra dizer o que está acontecendo. Fiz um teste curto pensando nisso: dez perguntas sobre como anda a sua vida aí, anônimo. Ele não diz o que você tem. Ele te devolve em palavras o que você anda sentindo.
E se depois você quiser conversar comigo, é só trazer o resultado junto. A gente começa de onde você já chegou, e não do zero.
São dez perguntas, leva uns três minutos. Anônimo e sem diagnóstico.
→Primeiro passo
Vamos nos conhecer com calma.
Sessões online de 50 minutos, de onde você estiver na Áustria. No primeiro encontro a gente conversa com calma, e você decide depois se quer seguir.
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