A primeira conversa
O encontro inicial é um momento muito importante. Pra nos conhecermos, você tirar dúvidas e avaliarmos juntas se faz sentido seguir. Você não precisa performar. Pode chegar do jeito que for possível.
01-Se reconhecer
Se sente confusa no seu relacionamento
Vive se cobrando demais e nunca se sente suficiente
Tem dificuldade de se posicionar e dizer o que sente
Se sente insegura para tomar decisões
Está cansada de aguentar tudo sozinha
Sente que se perdeu de si em algum momento da vida
Sofre com autoestima e com a forma como enxerga o próprio corpo
Se compara constantemente e isso te machuca
Você não precisa ter todas essas vivências para buscar terapia. Às vezes, só o sentimento de que algo não está bem já é motivo suficiente.
Buscar terapia não significa que você “não deu conta”. Significa que você está tentando cuidar de si com mais atenção e respeito.
Aqui, o sofrimento não é apressado, minimizado ou corrigido - ele é acolhido e compreendido.
02-Psicoterapia
A terapia é um espaço de escuta qualificada, sigilosa e ética - onde você pode falar livremente sobre suas emoções, relações, conflitos e experiências.
Não é um lugar de julgamento, conselhos prontos ou cobranças.
É um espaço construído para que você possa se ouvir melhor e compreender o que sente.
§-Antes de começar
Quer começar pelo se escutar?
Quatro questionários breves de autoconhecimento - em três minutos, sem custo, anônimos. Eu criei pra você começar a olhar pra si.
03-Minha abordagem
Minha atuação é baseada na Abordagem Centrada na Pessoa, que valoriza a escuta empática, a congruência e a aceitação incondicional.
Acredito que ninguém precisa ser consertado. O sofrimento é compreendido como uma resposta possível às experiências vividas.
O processo terapêutico busca favorecer a autonomia emocional, a autocompreensão e a reconexão consigo mesma - sempre no seu ritmo.
04-Passo a passo
Do primeiro contato ao acompanhamento contínuo, em três tempos.
O encontro inicial é um momento muito importante. Pra nos conhecermos, você tirar dúvidas e avaliarmos juntas se faz sentido seguir. Você não precisa performar. Pode chegar do jeito que for possível.
Os atendimentos são online, com duração média de 50 minutos, geralmente uma vez por semana (inicialmente). Cada encontro é um espaço de escuta, elaboração e presença.
Cada história tem seu tempo. Não trabalho com prazos ou promessas. A frequência e os temas são construídos ao longo do caminho, com cuidado e respeito ao seu ritmo.
Se quiser conversar antes - sem compromisso, sem pressa - me manda uma mensagem.
05-Sobre mim

Fernanda, em Brasília
Psicóloga Clínica · CRP 01/30999
Oi, eu me chamo Fernanda - sou psicóloga clínica. Acredito que o cuidado começa pela escuta. Cada pessoa chega à terapia com uma história única, e meu papel é oferecer um espaço seguro, onde você possa falar sobre si sem medo de julgamentos.
Para além da formação, sou apaixonada por cinema - e isso atravessa inevitavelmente o meu olhar. A fotografia nasceu daí e hoje faz parte da minha vida como hobby e, em alguns momentos, como segundo trabalho. Carrego o sonho de viver num lugar tranquilo, cercada pela natureza e por muitos animais, que também fazem parte do que me encanta no mundo.
Minha forma de trabalhar é baseada na congruência, na empatia e no cuidado com o tempo de cada processo. Não utilizo respostas prontas nem fórmulas: o caminho é construído em conjunto, a partir da sua experiência.
Se sentir que este espaço faz sentido pra você, podemos conversar com calma.
Atendimento online · sigilo profissional garantido conforme Código de Ética do Psicólogo · Resolução CFP nº 11/2018.
06-Investimento
Sessões online de 50 minutos, com sigilo profissional integral. Os valores podem variar conforme a modalidade de atendimento.
Para verificar disponibilidade, entre em contato.
07-Dúvidas
—Do blog
O medo constante de ser deixada para trás, mesmo quando a relação está bem, tem nome: ansiedade de apego. Entenda o que a pesquisa mostra sobre esse padrão e como a terapia pode ajudar. Algumas pessoas vivem com a sensação persistente de que serão abandonadas, ainda que não haja sinais concretos disso. A relação pode estar estável, o parceiro presente, mas a inquietação permanece. Esse tipo de insegurança crônica aparece catalogado na literatura clínica como ansiedade de apego. O conceito tem raízes na teoria do apego, desenvolvida pelo psiquiatra John Bowlby a partir dos anos 1950. Segundo essa linha, os primeiros vínculos da infância deixam marcas duradouras na forma como nos relacionamos na vida adulta. Quando o cuidado inicial foi inconsistente (ora disponível, ora ausente), a criança aprende que amor e segurança são instáveis. Essa lição se cristaliza e reaparece depois nos relacionamentos amorosos. Estudos longitudinais mostram que adultos com apego ansioso tendem a monitorar obsessivamente o comportamento do parceiro, procuram reasseguramento constante e interpretam sinais neutros como ameaças. Uma mensagem não respondida vira prova de rejeição. Um atraso se converte em angústia desproporcional. O sofrimento é real, mas a ameaça muitas vezes não existe fora da mente. Dados de neuroimagem indicam que essas pessoas apresentam maior ativação da amígdala (região ligada ao medo) diante de estímulos sociais ambíguos. O cérebro está sintonizado para detectar perigo relacional, mesmo onde não há. A hipervigilância se torna automática. O padrão se autoalimenta. A busca incessante por validação pode sufocar a relação, gerando o afastamento que a pessoa mais temia. O parceiro, inicialmente compreensivo, começa a sentir a pressão e pode recuar. A profecia se cumpre, reforçando a crença original de que vínculos são frágeis. A boa notícia é que apego não é destino. Diferente de traços de personalidade rígidos, estilos de apego podem mudar. Pesquisas apontam que intervenções terapêuticas focadas em apego produzem resultados mensuráveis. Terapia cognitivo-comportamental ajuda a identificar pensamentos distorcidos sobre abandono. Abordagens psicodinâmicas trabalham a origem desses medos na história pessoal. A terapia focada nas emoções (EFT), desenvolvida por Sue Johnson, mostrou eficácia especialmente em casais, ajudando a criar interações mais seguras. O processo terapêutico não apaga a vulnerabilidade de uma hora para outra. Mas oferece ferramentas para reconhecer quando a ansiedade dispara, testar a realidade da ameaça percebida e comunicar necessidades sem destruir o vínculo. Aos poucos, experiências relacionais mais previsíveis e confiáveis começam a reescrever a narrativa interna. Reconhecer o padrão já é um passo. Saber que a inquietação tem nome, que outros também sentem isso e que há saída reduz o peso da vergonha. Ninguém escolhe ter ansiedade de apego, mas é possível escolher enfrentá-la.
Será que dá pra fazer terapia de verdade por videochamada? Entenda o que a ciência e a prática mostram sobre a eficácia da terapia online - e pra quem ela funciona melhor.
Auto-anulação raramente começa óbvia. Começa pequena, em decisões aparentemente simples, e vai crescendo no silêncio. Aqui vão alguns sinais que valem a pena olhar com cuidado.
→Primeiro passo
Sessões de 50 minutos online, R$ 180 - Pix ou cartão. O primeiro encontro é um momento importante pra a gente se conhecer.
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